Curiosidade | O que o filme Flashdance tem a ver com o movimento LGBT?

sexta-feira, maio 29, 2015 Marco Faneco 2 Comentários

Curiosidade, precisava desabafar!    
 

   
Estava há alguns dias malhando, e como sempre fiquei viajando nas músicas que levo e sem prestar muita atenção ao que está acontecendo ao meu redor... Mas nesse dia foi diferente, já tinha terminado minha série na musculação e sobrou tempo, logo resolvi correr na esteira. Claro que praticamente na minha cara tinha uma TV, exibindo Sessão da Tarde (e como não poderia ser diferente, estava passando um clássico)...


  
O clássico em questão era Flashdance, então na mesma hora abaixei a velocidade da esteira e fiquei vidrado (adoro esse filme). Já vi algumas vezes e estava perto de começar a cena da boate - onde tem a cadeira  os passos, a música e aquela parada com o balde derramando água no corpo dela. E depois os movimentos contra a luz, os pingos no ar, corpo molhado e a frase claro, falando sobre a sensualidade daquele momento ...

 

 
     Eu acho massa musicais, que geralmente tem dança e romances envolvidos, fora as brigas de tribos com disputas de passos de dança (essas coisas que quem gosta sabe o que estou falando). E não seria diferente com os clássicos que assistimos milhões de vezes, mas a emoção e a sensação que sentimos é sempre a mesma - como se fosse a primeira vez.

 



     Me empolguei, isso tudo para contar que nunca tinha prestado atenção na protagonista, que é a mesma que faz o seriado The L Word, como todos nesses blog, somos viciados em séries e assistimos muitassssss - mas não somos tão vagabundos, é vício mesmo hehehe. Eu particularmente só vejo programação de TV na casa dos outros, espera de consulta médica e às vezes academia (e por aí vai). Em casa somente séries, shows e filmes!


     Acho que vale a pena rever Flashdance, pra quem curte TLW prestar atenção e perceber que a gata não mudou quase nada, está com o mesmo corpo e mesmo rosto. Acho isso muito legal, confesso que assisti TLW por curiosidade mesmo, porque apesar de conhecer várias lésbicas, acho um mundo meio fechado e bem diferente dos gays (onde em todo lugar o povo conhece e tudo mais)...


     Achei o Queer As Folk bem bacana por mostrar as diferentes tribos (não sei se é certo falar) ou diferentes "tipos", mas acho que mostrou bem que cada pessoa tem a sua personalidade e que existe realmente grupos que pensam de forma distinta (seja homo ou hétero).

Comecei a ver The L World achando que era do mesmo principio, até achei válido - mas ainda bem que tenho amigas que me explicam algumas coisas e foi esclarecedor mesmo, não somente pelo seriado (onde focam bem o local que é gravado), mas por mostrar que pessoas tem diferentes essências e é lindo ver a diversidade e pode escolher o caminho que quer seguir...
 
     Fica a dica então para os curiosos(as) de plantão , quem gosta de séries , filmes e tem "open mind", se joga nas sugestões:

Flashdance é um filme americano de 1983, do  gênero romance musicalrealizado por Adrian Lyne.
O filme foi produzido por Jerry Bruckheimer e Don Simpson, e se tornou o terceiro filme mais assistido naquele ano 1 e também um dos mais conhecidos da década de 1980. O filme tornou-se uma referência para artistas como Jennifer Lopez e Geri Halliwell onde, nos clipes I'm glad e It's raining men, elas representam a protagonista da história em cenas recriadas para os vídeos.



The L Word é um seriado dramático da televisão a cabo dos Estados Unidos, criado por Ilene Chaiken. A série mostra as vidas de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais que vivem na cidade de Los Angeles, Califórnia.
Foi ao ar pela primeira vez em 18 de janeiro de 2004 no Showtime. No Canadá, é transmitido pelo canal Showcase, e no restante da América, pelo Warner Channel.
Dentre as atrizes do seriado estão Jennifer Beals (que se tornou famosa nos anos 1980 por causa do filme Flashdance) e Mia Kirshner (que fez Não é Mais Um Besteirol Americano em 2001).
 
Queer As Folk é o nome da série estadunidense e canadense, produzida pelo canal Showtime e Temple Street Productions. O seriado foi exibido originalmente nos Estados Unidos, pelo canal Showtime e no Canadá, pelo canal Showcase, sendo transmitido entre 3 de dezembro de 2000 à 7 de agosto de 2005 (nos Estados Unidos) e entre 22 de janeiro de 2001 à 15 de agosto de 2005(no Canadá).E a partir de 02 de julho de 2014 o site TRS começou a exibir a série on-line, duas vezes por semana, as quartas e sábados.
O nome do seriado é uma brincadeira com um ditado em inglês, de "ninguém é tão estranho como nós" ("nobody is so weird as folk"), para "ninguém é tão gay como nós" ("nobody is so queer as folk").
Queer As Folk narra a história de cinco homens homossexuais que vivem em Pittsburgh, Pennsylvania: Brian, Justin, Michael, Emmett e Ted. Compondo o elenco principal, ainda temos o casal de lésbicas, Lindsay e Melanie e a mãe orgulhosa de Michael, Debbie.
Este seriado é um marco na luta dos direitos LGBT, pois investe em uma trama sem cunho pornográfico ou apelativo, mostrando homossexuais como pessoas comuns, vivendo em seu dia-a-dia. As dificuldades e conquistas desta comunidade são brilhantemente retratadas nesta produção.
Marco Faneco

AUTOR

Marco Faneco. Pernambucano arretado, futuro promoter e o agito em pessoa. Aquariano e bem humorado, não vive sem socializar e é rato de festas brasilienses. Sua praia é viajar e conhecer pessoas. Responsável pelas colunas “Roteiro Gay” e “Cobertura de eventos”.

2 comentários:

  1. Nossa eu nunca tinha reparado que era a mesma atriz kkkkkkkkkkkkkk
    Ela esta cada vez mais linda *_* Amoooo the l word ❤

    bjs, Marco

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    1. Marie , conversando com amigos ninguém tinha percebido tbm ... Heheheh... Ainda bem que tem sessão da tarde ...

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